Segundo o livro “Brasilessência – A Cultura do Perfume”, de Renata Ashcar, perfumes são divididos em várias famílias. Seus conceitos subjetivos podem definir fragrâncias como sendo doces, amargas, secas, românticas, frescas, fortes, sensuais, radiantes, intensas… Mas a forma mais adequada de se classificar perfumes segue alguns critérios objetivos que exigem algum conhecimento técnico. Estes critérios são internacionais, mas adaptados para cada país. No Brasil, por exemplo, a lavanda tem classificação olfativa feminina, enquanto em diversos outros países, é tida como masculina.
O sistema de classificação se baseia em famílias conceituais de fragrâncias, cada uma com suas próprias subcategorias. Não há mistério para entender este universo – e sua compreensão pode levar à descoberta de novas opções de perfumes para o uso.
As famílias femininas e suas subcategorias são:
Floral – verde, frutal, fresco, floral, aldeídico e doce.
Oriental – ambarado e especiado.
Chipre – frutal, animal, amadeirado, fresco e verde.
Lavanda – fresca e almiscarada.
Já as famílias e subcategorias masculinas são:
Fougère – fresco, amadeirado e ambarado.
Oriental – especiado e ambarado.
Chipre – amadeirado, couro, conífero, fresco e cítrico.
Conhecer as famílias olfativas e suas subcategorias é importante na hora de escolher o perfume certo. Acesse sempre o blog da Kanitz para saber mais sobre este assunto e tudo o que envolve o mundo da perfumaria.